Trabalhos centrados no mundo relacional, no qual corpos sujeitos interagem objetiva e subjetivamente, ficam ainda mais significativos ao tratarem da corporeidade não vidente, procurando desvelar como o ser sujeito cego explicita suas relações consigo próprio, com os outros e com o mundo. É o caso desta obra, em que Eline Porto convive com o universo da corporeidade cega e analisa essa produção teórica de conhecimento, a partir dos pressupostos da fenomenologia existencial e da episteme da Teoria da Complexidade. O desenvolvimento do argumento, juntamente com a exploração do referencial teórico adotado, contribui para que a compreensão da corporeidade cega não se restrinja à sua limitação de natureza biológica, a ausência do órgão da visão, mas a amplia ao centrar sua análise no trinômio indivíduo/sociedade/espécie. A autora é doutora em Pedagogia do Movimento e professora da UNIMEP.
Saúde significa muito mais do que mera privação de doenças específicas. Nesse livro, o autor, além de mostrar que o paradigma médico predominante está viciado por uma visão inaceitavelmente estreita acerca do que somos como seres humanos vivos, propõe mudanças possíveis para essa questão. O autor é doutor em Educação e professor na UNIMEP.
Os cidadãos brasileiros com mais de 60 anos já somam cerca de 10 milhões de habitantes. Tendo por base uma pesquisa de campo, o livro discorre sobre o modo como a sociedade vê o corpo idoso, contrapondo à forma com que os próprios idosos se vêem. Demonstra que os significados de corporeidade construídos pelas ciências são muito parciais, apesar de sua pretensão de racionalidade. A autora é doutora em Educação Física e professora na UNIMEP.
A produção de conhecimento e a intervenção centradas na atividade física e na prática de esportes, promovidas pela área da educação física na episteme da motricidade humana, requerem a associação de duas linguagens que, historicamente, andaram separadas: a social, que concedia autonomia ao indivíduo, e a biológica, que expressava a autonomia da espécie. Esse livro busca justamente o caminho em direção a essas duas autonomias, pois podem ser coincidentes. Wagner Wey Moreira é professor doutor em Psicologia Educacional na UNIMEP. Regina Simões é doutora em Educação Física e professora na UNIMEP.
Ao longo do século XX, o ESPORTE, dadas suas amplitude e complexidade, foi identificado como um dos principais fenômenos sociais. Já nas décadas mais recentes, outro tema vem ganhando notoriedade própria, a QUALIDADE DE VIDA, sendo assim objeto de reflexões de numerosos intelectuais que, na presente obra, encontram espaço para suas análises. Wagner Wey Moreira é professor doutor em Psicologia Educacional na UNIMEP. Regina Simões é doutora em Educação Física e professora na UNIMEP.
Produzido com colaborações dos participantes do I Congresso Científico Latino-Americano da FIEP/UNIMEP, esta obra traz artigos que buscam compreender o fenômeno esportivo em sua complexidade, abordando-o de forma sistêmica e considerando todas as possibilidades do esporte em seu contexto sociocultural. Wagner Wey Moreira é professor doutor em Psicologia Educacional na UNIMEP. Regina Simões é doutora em Educação Física e professora na UNIMEP.
Trata da vida da genial jogadora de basquete, desde seu nascimento à conquista do Campeonato Mundial na Austrália pela seleção brasileira, em 1994. A obra retrata a vida de Paula, tendo por base sua visão e a de cem depoentes. O livro é acompanhado por álbum de fotos da vida da jogadora e um pôster. O autor é jornalista e romancista.
Os autores analisam a interferência que as doenças alérgicas trazem ao estilo de vida moderna e dão sugestões práticas, por exemplo, sobre o terreno de construção de casas, a decoração e limpeza de residências e a ocupação de apartamentos. Carlos Flechtmann é pesquisador no CNPq, engenheiro agrônomo do Dep. de Zoologia na ESALQ/USP. Celso P. da Costa é médico alegorlogista, professor na FOP/Unicamp. José Antonio Maielli é engenheiro civil.